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Sinopse: Brasil brega e kitsch Um painel do Brasil contemporâneo. A sociedade de consumo, a cultura
e a estética dos grandes centros urbanos. A escola também
falará sobre alienação cultural, mostrando modas
e modismos importados de outros países e a exportação
artificial de nossa cultura. Tudo começa com O Circo Brasil. Na
verdade um circo decadente, mas ainda mágico. Um desfile de palhaços,
mágicos, equilibristas, trapezistas, bailarinos, domadores, feras,
mestres de cerimônias e empresários. Depois, vem a pergunta:
Que País é Este? O Kitsch cultural, a cultura importada,
a invasão da língua inglesa no nosso cotidiano e o dólar
como moeda oficial. Até que o desfile passa a mostrar a cultura
exportada, o Brasil exótico, como é visto pelo americano
que ainda pensa ser Buenos Aires a nossa capital. E prossegue com o fascinante
universo da propaganda e da televisão, a imposição
da moda, de artistas, comunicadores comerciais. E já estamos no
consumo em função da classe social. Socialites consomem
importados, fazem viagens internacionais e transações em
dólar. A classe média consome o chamado “calendário
familiar”. São as festas de Páscoa, o Dia dos Namorados,
Dia dos Pais, Dia das Mães, Natal. Faz viagens domésticas.
E a classe operária só tem a cesta básica, futebol,
praia, carnaval, crediário. No final, a escola pergunta o que
restou da cultura brasileira. O que aconteceu com os ideais da Semana
de 22? Aníbal Machado, Manoel Bandeira, Di Cavalcanti, Portinari,
Mário de Andrade. Onde estão os nossos valores? E a cultura
popular? O samba de roda, a Velha Guarda, Noel Rosa, Pixinguinha, Ismael
Silva, Garoto e tantos outros? E a seresta? Orestes Barbosa, Catulo da
Paixão Cearense, Dilermando Reis? Viraram arquivo morto, morto
e empilhado no depósito de lixo do esquecimento. |
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