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Evento acontecerá dia 28 de junho e falará da história dos guardiões do pavilhão

Fazendo jus ao termo escola de samba, a Estácio de Sá, que completa 90 anos em 2017, reunirá na próxima quarta, 28, nomes importantes para a história do samba. Dando continuidade às palestras que irão reviver momentos da história da vermelho e branco, o Departamento Cultural prepara mais um encontro desta vez, tendo como tema "O Pavilhão e seus guardiões."

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Velha guarda estacio alegoria e são jorge 2016 desfile“Já imaginaram um agrupamento carnavalesco na rua andando e cantando de acordo com o ritmo? Cheguei à conclusão que precisava transformar. E que diferença, hem?” Ismael Silva, compositor.

Nas esquinas da boemia, aquelas do bairro do Estácio, os grupos carnavalescos saiam cantando em procissão profana. Vanguardista, um preto de Niterói, já se considerava dali. Escutava o ritmo, olhava os desfiles aleatórios...

Como um inventor fantástico, achou que deveria transformar aquela manifestação. Acabou criando, Ismael Silva e outros notáveis bambas, a escola de samba, responsável pelo maior show da terra. Por um universo que nem ele poderia imaginar.

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Estampas serão alusivas à história do Berço do Samba

Mais uma novidade para o Berço do Samba.  Em uma iniciativa do Departamento Cultural, a primeira escola de samba do Brasil vai lançar, em parceria com a grife Jotaerre, a coleção “REVIVE”, na qual trechos de sambas ou temas de carnavais passados serão eternizados nos produtos da marca.

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EM BREVE!

     O morro do São Carlos, no Estácio, guarda histórias que se misturam com a história do Carnaval e boa parte delas, passam pela trajetória de vida de alguns dos membros da galeria de Velha Guarda do GRES Estácio de Sá. Antes chamava-se “Unidos de São Carlos” e que originalmente era a fusão do “Paraíso das Morenas”, “Recreio de São Carlos” e “Cada Ano Sai Melhor”.  A mudança de São Carlos para Estácio de Sá ocorreu em 1985. Mas tudo começou com a Deixa Falar, fundada por Ismael Silva (1905-1978), Alcebíades Barcelos (Bíde, 1902-1975), seu irmão Mano Rubem (Rubem Barcelos, 1904-1927) e Armando Marçal, de uma turma também integrada por Buci Moreira (1909-1982), Mano Elói (Elói Antero Dias, 1888-1971), Nilton Bastos (1899-1931), Mano Aurélio (Aurélio Gomes), Baiaco (Osvaldo Caetano Vasques, 1913-1935), Brancura (Sílvio Fernandes, 1908-1935) e Mano Edgar (Edgar Marcelino dos Passos, 1900-1931), sogro de João Gradim (João de Oliveira).

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